ele tinha cabelo quase rapado, vestia calças de ganga e uma blusa de manga comprida com as mangas bastante arregaçadas, o calor era muito. permanecia deitado no muro, com a cabeça apoiada no saco de viagem, fones nos ouvidos e a fumar um cigarro. ele disfrutava da música e daquele cigarro duma maneira única e encantadora, como se fosse a última música que ouviria e o último cigarro que fumaria. foi isso que me apaixonou, o seu gosto pelo que vivia.
Adoro, e o titulo está qualquer coisa*
ResponderEliminarAdorei o blog.E as postagens.
ResponderEliminarEstou seguindo.
Se quiser segue me http://ameninadaruahimmel.blogspot.com/
Paz.
pensamos todos :|
ResponderEliminar- amei este post *
aquele que ainda tem uma porção viva de virgindade nos sentidos aprecia assim, simplesmente porque sim, as singularidades tão simples à nossa volta. Por isso se apaixonam por pessoas, que mesmo contemplativamente, nutrem desse gosto.
ResponderEliminarGostei. Simples. Não muito complexo e directo. Por isso apreciei tanto. Foi escrito sem rodeios.
obrigado pela visita.
A propósito: sim, embora não sendo natural de cá, resido onde referiste.
Seguirei este cantinho pela sua simplicidade.
uma vénia,
G.